Logo estava pintando também, mas as técnicas ele aprendeu um tempo depois, sob orientação do artista plástico Camargo Freire. “Estava trabalhando na casa dele. Entrei no ateliê, peguei um caixote, umas tintas estavam por lá e fiz uma cópia de um quadro dele.”
Camargo Freire então passou a orientá-lo e o ensinou a captar as cores e luzes da cidade em sessões regadas a queijo e vinho, como mandam os ares de Campos do Jordão.
Nos últimos dez anos, Moysés aprendeu sobre natureza morta e figuras humanas com Francisco Prohane.
O resultado de seu trabalho está em exposições, mostras e salões de Campos do Jordão, Franca, Rio Claro, Ribeirão Preto e que receberam medalhas de ouro, prata e bronze em concursos como o Mapa Cultural Paulista.
Mas ele se orgulha mesmo é de contar que alguns de seus trabalhos estão em espaços nobres como a Pinacoteca de Taubaté, o acervo da Sociedade dos Amigos de Arte de São Paulo e a residência de um cônsul-geral da África do Sul.
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